Nome Científico: Alnus glutinosa
Nome Comum: Amieiro
Classificação Científica:| Reino | Plantae |
| Divisão | Magnoliophyta (Angiospermae) |
| Classe | Magnoliopsida |
| Ordem | Fagales |
| Família | Betulaceae | Género | Alnus |
| Espécie | A. glutinosa |
Sinonímias: Alnus alnus, Betula glutinosa
Estatuto de Conservação: LC - Pouco Preocupante
- Descrição
- Morfologia
- Habitat
- Distribuição
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- Conservação
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- Impacte das Alterações Climáticas sobre a espécie
Árvore caducifólia de grande porte, com copa regular, piramidal em jovem, e ramificação irregular. Tronco: ritidoma pardo-acinzentado, liso enquanto jovem, tornando-se progressivamente pardo escuro, dividido por fendas profundas em largas placas. Folha: simples, alternas, obovadas, duplamente dentadas, até 14 cm de comprimento com 5 a 8 pares de nervuras, glabras na página superior e, na inferior, com tufos de pelos nas axilas das nervuras. Flor: as masculinas agrupam-se em amentos acastanhados com 3-7,5 cm; as femininas agrupam-se em amentos estrobiliformes. Fruto: aquénios planos, bialados, muito pequenos com escamas lenhosas, inicialmente verdes e, depois, negro-acastanhados; são tóxicos. Sementes: possuem tecidos cheios de ar que possibilitam a sua dispersão pelos cursos de água. Floração: Dezembro a Fevereiro.
Ocorre em bosques ripícolas nas margens dos rios e ribeiras, e em sítios inundados e húmidos, até aos 1300 m de altitude. Quando a espécie é dominante, estes bosques denominam-se amiais. Suporta longos períodos de submersão das raízes. Prefere solos ácidos ou neutros.
Distribui-se, praticamente, por todo o território português.
Sem ameaças a destacar.
Sem medidas a destacar.
Ligações Externas
