Nome Científico: Lamium bifidum Cirillo
Nome Comum: n/a
Classificação Científica:| Reino | Plantae |
| Divisão | Magnoliophyta (Angiospermae) |
| Classe | Magnoliopsida |
| Ordem | Lamiales |
| Família | Lamiaceae | Género | Lamium |
| Espécie | L. bifidum |
Sinonímias: Lamium bifidum subsp. bifidum, L. bifidum var. cryptanthum, L. cryptanthum, L. panormitanum
Estatuto de Conservação: NE - Não Avaliado
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- Impacte das Alterações Climáticas sobre a espécie
Planta herbácea anual. Caules: ascendentes ou decumbentes, simples ou ramificados na base, com 15 a 35 cm, quase desprovidos de pelos na base e pubescente na parte restante. Folhas: ovado-triangulares ou vagamente cordiformes, crenado-dentadas, mais ou menos acuminadas, com pecíolos de 2 a 4 cm, mais longos do que o limbo ou igualmente longos. Inflorescências: 2 a 6 verticilastros, cada um com 8 a 16 flores com corola tubular branca, com lábio superior bífido e mais comprido do que o inferior, apresentando manchas purpúreas; brácteas triangulares ou ovado-triangulares com pecíolos de 15 mm ou menos; bractéolas lineares, pubescentes; cálice verde-claro, por vezes tingidos de púrpura; androceu compreendendo estames com filetes pubescentes, com pelos glandulares na metade superior; anteras purpúreas e pólen amarelo; gineceu com estigmas bífidos, de braços desiguais. Floresce de Fevereiro a Maio.
Ocorre em relvados na orla ou no sob coberto de arvoredo, assim como junto de muros, preferencialmente em sítios húmidos e sombrios, sobre substratos ácidos.
Ocorre na região central da Península Ibérica. Em Portugal continental ocorre na Beira Baixa e no Alto Alentejo.
Onde se pode encontrar:
Sem ameaças a destacar.
Sem medidas a destacar.
Ligações Externas
Autor: Jorge Araújo
