Nome Científico: Juniperus navicularis Gand.
Nome Comum: Piorro
Classificação Científica:| Reino | Plantae |
| Divisão | Pinophyta (Gimnospermae) |
| Classe | Pinopsida |
| Ordem | Cupressales |
| Família | Cupressaceae | Género | Juniperus |
| Espécie | J. navicularis |
Sinonímias: Junipterus oxycedrus subsp. transtagana
Estatuto de Conservação: NE - Não Avaliado
- Descrição
- Morfologia
- Habitat
- Distribuição
- Multimédia
- Ameaças
- Conservação
- Saber mais
- Impacte das Alterações Climáticas sobre a espécie
Trata-se de um pequeno arbusto dióico, com até 2 m de altura. Folhas: 3-verticiladas, simples, semelhantes entre si, aciculares, rígidas, com duas faixas estomáticas na página superior separadas por uma nervura verde, com menos de 12 mm. Inflorescências: flores unissexuais; as masculinas formadas por 3 ou mais sacos polínicos na face inferior de uma pequena escama; as femininas resultando num gálbulo baciforme, vermelho quando maduro, com 7 a 10 mm de diâmetro. Floresce de Março a Abril.
Ocorre em matagais sobre substratos arenosos ácidos (e.g. paleodunas) e em pinhais sobre areias marítimas estabilizadas, profundas e sem toalha freática perto da superfície.
Endemismo do sul da Península Ibérica, quase exclusivamente lusitano. Em Portugal continental ocorre, sobretudo, na zona do estuário do Sado e península de Setúbal, tendo alguns registos ao longo do sudoeste alentejano e da costa vicentina.
Onde se pode encontrar:
Reserva Natural do Estuário do Sado
Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina
Sem ameaças a destacar.
> Trata-se de uma planta com elevada relevância conservacionista por se tratar de um endemismo quase exclusivamente lusitano. É necessária a recolha de informação detalhada acerca da sua área de distribuição actual, dimensões das populações e possíveis ameaças.
Ligações Externas
Autor: Jorge Araújo
