Nome Científico: Sylvia atricapilla (Linnaeus, 1758)
Nome Comum: Toutinegra-de-barrete-preto, Toutinegra-de-barrete
Classificação Científica:| Reino | Animalia |
| Filo | Chordata |
| Classe | Aves |
| Ordem | Passeriformes |
| Família | Sylviidae | Género | Sylvia |
| Espécie | S. atricapilla |
Sinonímias: Motacilla atricapilla
Estatuto de Conservação: LC - Pouco Preocupante
- Descrição
- Anatomia
- Habitat
- Distribuição
- Multimédia
- Ameaças
- Conservação
- Saber mais
- Impacte das Alterações Climáticas sobre a espécie
Trata-se de um passeriforme com cerca de 15 cm de comprimento, de plumagem cinzenta nas partes superiores (dorso e face superior das asas), e esbranquiçada nas partes inferiores (garganta, peito e abdómen). Na fêmea, a plumagem acinzentada apresenta tonalidades mais acastanhadas. A característica mais marcante é a presença de um distinto barrete, negro no macho e ruivo na fêmea e nos juvenis. O bico é relativamente fino e escuro, tal como as patas.
Ocorre numa vasta gama de habitats, tais como bosques, galerias ripícolas, matagais, matos, olivais e pomares. Também se encontra, frequentemente, em parques e jardins urbanos com um bom extracto arbustivo.
Em Portugal continental distribui-se, praticamente, por todo o território, sendo mais frequente na metade norte do país. No sul, os seus números aumentam a partir do Outono, com a chegada das invernantes. No arquipélago dos Açores ocorre a subespécie endémica Sylvia atricapilla atlantis, enquanto que no arquipélago da Madeira ocorre a subespécie S. a. heinecken (endémica da Macaronésia).
Onde se pode encontrar:
Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina
Parque Natural do Vale do Guadiana
Parque Nacional da Peneda-Gerês
Parque Natural da Serra de São Mamede
Parque Natural de Montesinho
Sem ameaças a destacar.
Sem medidas a destacar.
Ligações Externas
Previsão do impacte das alterações climáticas sobre a área de distribuição potencial da Sylvia atricapilla na Península Ibérica, até ao ano de 2080 (clicar na imagem para ver em maior resolução).
O clima futuro foi caracterizado com base em três diferentes cenários de emissões (Araújo et al., 2012):
> o BAMBU tem como base a extrapolação das políticas europeias actuais para o futuro. Prevê a adopção de algumas medidas de mitigação das alterações climáticas.
> o GRAS pressupõe que a Europa incrementa a tendência de liberalização, desregularização e globalização dos mercados. Prevê a adaptação da sociedade às alterações do clima em detrimento da sua mitigação. As políticas de sustentabilidade são consideradas um sinónimo de crescimento económico.
> o SEDG pressupõe a integração de políticas ambientais, sociais, institucionais e económicas num contexto de sustentabilidade. É um cenário normativo que parte do pressuposto que as políticas são definidas com vista à obtenção de objectivos concretos.
Autor: MVBIO
