Nome Científico: Alnus glutinosa

Nome Comum: Amieiro

Classificação Científica:
Reino Plantae
Divisão Magnoliophyta (Angiospermae)
Classe Magnoliopsida
Ordem Fagales
Família Betulaceae
Género Alnus
Espécie A. glutinosa

Sinonímias: Alnus alnus, Betula glutinosa

Estatuto de Conservação: LC - Pouco Preocupante

Árvore caducifólia de grande porte, com copa regular, piramidal em jovem, e ramificação irregular. Tronco: ritidoma pardo-acinzentado, liso enquanto jovem, tornando-se progressivamente pardo escuro, dividido por fendas profundas em largas placas. Folha: simples, alternas, obovadas, duplamente dentadas, até 14 cm de comprimento com 5 a 8 pares de nervuras, glabras na página superior e, na inferior, com tufos de pelos nas axilas das nervuras. Flor: as masculinas agrupam-se em amentos acastanhados com 3-7,5 cm; as femininas agrupam-se em amentos estrobiliformes. Fruto: aquénios planos, bialados, muito pequenos com escamas lenhosas, inicialmente verdes e, depois, negro-acastanhados; são tóxicos. Sementes: possuem tecidos cheios de ar que possibilitam a sua dispersão pelos cursos de água. Floração: Dezembro a Fevereiro.

Ocorre em bosques ripícolas nas margens dos rios e ribeiras, e em sítios inundados e húmidos, até aos 1300 m de altitude. Quando a espécie é dominante, estes bosques denominam-se amiais. Suporta longos períodos de submersão das raízes. Prefere solos ácidos ou neutros.

Distribui-se, praticamente, por todo o território português.



Sem ameaças a destacar.

Sem medidas a destacar.

Ligações Externas

Ver descrição detalhada na Flora iberica (1986-2012)

Flora-On: Flora de Portugal Interactiva (2014) | Sociedade Portuguesa de Botânica.

MITRA nature | ICAAM - Universidade de Évora
Biodiversidade da Herdade da Mitra