Nome Científico: Anagyris foetida L.

Nome Comum: Fedegosa, anágira, anágiris-fétida

Classificação Científica:
Reino Plantae
Divisão Magnoliophyta (Angiospermae)
Classe Magnoliopsida
Ordem Fabales
Família Fabaceae
Género Anagyris
Espécie A. foetida

Estatuto de Conservação: NE - Não Avaliado

Arbusto ou árvore até 4 m de altura, caducifólio e fétido. Ramos: inermes, os mais jovens acetinados, perdendo os pêlos ao envelhecer. Folhas: trifoliadas, verde-prateadas e solitárias; as dos ramos mais curtos, agrupadas, estípulas amplexicaules, só separadas no ápice, pecíolo acetinado, acanelado na face superior, folíolos elípticos a obovados, mucronados, glabros na página superior e acetinados na página inferior. Inflorescências: flores agrupadas em verticílos de 3, com bráctea na base do pedicelo, linear e curva, acetinada na face externa, sem bractéolas, corola papilionácea, amarelo-esverdeada, com as pétalas unguiculadas, glabras, com manchas negro-avermelhadas na metade superior do estandarte, cálice campanulado (8 a 10 mm), acetinado, com um hipanto, com tubo maior do que os dentes; androceu com 10 estames livres, 5 filetes de anteras dorsifixas que alternam com 5 filetes de anteras basifixas; gineceu com ovário estipitado com 7 a 8 rudimentos seminais, estilete cilíndrico, arqueado, estigma seco, em pincel. Fruto: vagem de contorno elíptico, glabra, amarela, seca, indeiscente ou tardiamente deiscente, com 1 a 6 sementes salientes de mais de 10 mm cada, reniformes, sem estrofíolo. Floresce de Novembro a Março.

Trata-se de uma espécie ruderal. Ocorre nas bermas de caminhos, matos e outros terrenos pedregosos ou degradados, baldios e áreas humanizadas, sobretudo em zonas sujeitas a influência marinha.

Em Portugal continental distribui-se ao longo do Alentejo interior e do Algarve.

Onde se pode encontrar:

Parque Natural do Vale do Guadiana



Sem ameaças a destacar.

Sem medidas a destacar.

Ligações Externas

Ver descrição detalhada na Flora iberica (1986-2012)

Flora-On: Flora de Portugal Interactiva (2014) | Sociedade Portuguesa de Botânica.

Autor: Jorge Araújo